Passageiros da FlixBus em Portugal e Espanha ajudam a evitar mais de 130 mil toneladas CO₂ em 2025
+ No Dia da Terra, a Flix publica o seu quarto relatório voluntário de sustentabilidade, onde divulga dados de como as escolhas de mobilidade dos seus passageiros estão positivamente a reduzir o seu impacto ambiental.
+ De acordo com os dados recolhidos, uma única viagem de um autocarro FlixBus entre Lisboa e Porto pode traduzir-se numa redução de 83% de emissões de CO2 face à viagem em veículo próprio.
Lisboa, 22 de abril, 2026 – Em 2025, os passageiros da FlixBus em Portugal e Espanha conseguiram evitar uma estimativa de mais de 130 mil toneladas de CO₂ apenas por escolherem viajar de autocarro ao invés de o fazer de automóvel ou de avião. Estes são dados apresentados pela empresa líder global em transporte rodoviário de passageiros de longa distância no seu mais recente relatório de sustentabilidade, hoje publicado.
Através de uma análise com base em cenários modelados que comparam os diferentes meios de transporte[1], a operadora de transportes conseguiu estimar mais de 1.5 milhões de toneladas de CO₂ evitadas pelas suas operações a nível global apenas no último ano.
Num contexto que em que os custos associados à utilização do automóvel e as tarifas aéreas pesam cada vez mais na carteira dos cidadãos, o transporte rodoviário de passageiros surge não só como uma alternativa mais em conta, como também uma escolha mais consciente. Prova disso são os números que demonstram que 50 passageiros num único autocarro podem significar até menos 50 carros a circular nas estradas.
De acordo com dados recolhidos pela Flix[2], um passageiro a viajar num autocarro emite, em média, pelo menos cinco vezes menos CO2 por quilómetro do que se viajasse de carro. Ao avaliar, por exemplo, o trajeto Lisboa-Porto, a operadora conclui que o percurso de autocarro pode reduzir em cerca de 83% as emissões de CO2 quando comparado com a mesma viagem feita de automóvel – aproximando-se assim do desempenho alcançado pelo transporte ferroviário interurbano. Já quando a comparação é feita com voos domésticos de rota equivalente, a poupança estimada por passageiro é ainda mais significativa: até dez vezes menos CO2 emitido por quilómetro.
Reconhecendo o papel que o transporte rodoviário de passageiros pode ter para aqueles que procuram reduzir a sua pegada ambiental, André Schwämmlein, CEO e Cofundador da Flix revela: “Todos devem poder fazer escolhas mais sustentáveis. Em conjunto com os nossos parceiros, estamos empenhados em expandir ainda mais a nossa rede para garantir que mais pessoas têm acesso a viagens coletivas. Isto porque pequenas ações individuais, quando multiplicadas, podem gerar mudanças em grande escala. Tornar essa transformação possível é a nossa responsabilidade.”
Neste contexto, a FlixBus continua a reunir esforços para transformar a sua frota, testando alternativas ao gasóleo com menor teor de carbono, como veículos elétricos ou movidos a biocombustíveis. Apesar do setor enfrentar desafios como a falta de infraestrutura e limitações tecnológicas, a FlixBus e os seus parceiros (incluindo fabricantes) estão alinhados no desígnio de reduzir o impacto ambiental do transporte rodoviário. Só em 2025, cerca de 120 autocarros da rede global da FlixBus já operavam com sistemas de propulsão e combustíveis alternativos. Em Portugal, a empresa foi pioneira quando, em 2024, lançou o primeiro autocarro 100% elétrico a operar uma linha de longa distância em território nacional.
A par do esforço desenvolvido pela operadora na componente ambiental, a vertente social da abordagem ESG (Environmental, Social, and Governance) representa também uma importante bandeira para a Flix a nível nacional e global. Em concreto, e num cenário onde a infraestrutura ferroviária é insuficiente ou inexistente em determinadas regiões, o transporte em autocarro assume‑se como um recurso essencial para assegurar o direito à mobilidade, como também exerce um relevante papel de reduzir a dependência do automóvel e, consequentemente, a pegada de cada cidadão. Só em Portugal, 28% das paragens da FlixBus encontram-se em localidades com menos de 20 mil habitantes – desde cidades como a Nazaré ou Sines, a vilas como Vila Nova de Milfontes ou Vilar Formoso. Já a nível global, das mais de 8.700 localidades ligadas pela Flix em mais de 40 países, 31% têm menos de 20 mil habitantes, tendo várias delas uma fraca ou inexistente cobertura ferroviária.
Flix publica o seu quarto relatório voluntário de sustentabilidade
Na data em que se assinala o Dia da Terra (22 de abril), a Flix divulga o seu quarto relatório voluntário de sustentabilidade (consultar aqui), com mais de 200 indicadores nas áreas ambiental, social e de governança, compiladas de acordo com as Normas de Relato de Sustentabilidade da União Europeia (ESRS), no âmbito da Diretiva de Reporte de Sustentabilidade Corporativo (CSRD).
Embora ainda não esteja legalmente obrigada a reportar ao abrigo da CSRD, a Flix optou por fazê‑lo pelo segundo ano consecutivo, reforçando o seu compromisso com a transparência, a autoavaliação e a melhoria contínua.
[1] Flix’s Avoided emissions Methodology 2025
[2] Para uma comparação dos fatores de emissão para diferentes modos de transporte, consulte Flix’s Avoided emissions Methodology 2025, pp. 8-9.